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Mezio

Logo à entrada deparamos com uma anta e os novos edifícios da Porta do Mezio.
Esta é uma das cinco “Portas” de entrada do PNPG. É composta por cinco edifícios, entre os quais o posto de recepção e informação aos visitantes e o centro interpretativo da área arqueológica Mezio/Gião, onde está exposto o material encontrado na área arqueológica em questão.
 

Serra Amarela

Um dos escritores que mais escreveu e percorreu as Serras do Norte de Portugal, Miguel Torga, descreveu nos seus Diários um dia pela Serra Amarela:

"A Serra Amarela é um dos ermos mais perfeitos de Portugal. Situada entre o Gerês e o Lindoso, as suas dobras são largas, fundas e solenes. Sem capelas e sem romarias, cruzam-na os lobos, os javalis e as corças. A praga dos pinheiros oficiais ainda lá não chegou. De maneira que mora nela o sopro claro das livres asas e o riso aberto dos grandes sóis. Não há estradas, senão as da raposa matreira, nem pousadas, senão as cabanas dos pastores. É Portugal nuclear, a Ibéria na sua pureza essencial e granítica. Um pé de azevinho aqui, urzes milenárias acolá, um carvalho numa garganta, nenhum coração de entre o Douro e Minho pode deixar de se sentir aquecido e reconfortado em semelhante chão."

 

Santuário da Senhora da Peneda

Santuário localizado na freguesia da Gavieira, foi construído entre os finais do séc. XVIII e o terceiro quartel do séc. XIX.
Frente à igreja, terminada em 1875, encontra-se o escadório das virtudes, com estátuas representando a Fé, Esperança, Caridade e Glória.
Após um largo triangular onde se situam os antigos dormitórios para os peregrinos (hoje transformados num hotel), o santuário desenvolve-se numa alameda arborizada em escadaria, com cerca de 300 metros e 20 capelas, com cenas da vida de Cristo (Natividade e Paixão).
Ao fundo da alameda, numa praça circular, situa-se um pilar oferecido pela rainha D. Maria I.
Na primeira semana de Setembro realizam-se as peregrinações e um grande arraial popular.

  

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